Cotidiano

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 Apesar da goleada por 8 a 0 sobre o Dijon, o Paris Saint-Germain teve um episódio para se lamentar no fim do jogo válido pelo Campeonato Francês: as vaias direcionadas a Neymar. O brasileiro decidiu bater um pênalti que poderia fazer de Edinson Cavani o maior artilheiro da história do clube.
Na zona mista após o fim do jogo, o lateral Thomas Meunier usou os quatro gols e as duas assistências de Neymar para defendê-lo das vaias.
"Esse gesto é uma pena e um pouco ingrato. Ele fez quatro gols e deu duas assistências. Cavani é da casa, já faz alguns anos que está aqui e sempre tem uma atitude correta com o clube e os torcedores, além de ser um excelente jogador. Ele é muito querido", afirmou
Mesmo admitindo que daria a bola para Cavani cobrar o pênalti, o belga disse que o camisa 10 apenas cumpriu o combinado.
"Neymar poderia ter dado a bola, seria um gesto de fair play, mas no papel é Neymar quem deve bater os pênaltis e tem essa responsabilidade. Não tem polêmica a ser feita com isso. Eu diria que é normal o que aconteceu."
O espanhol Yuri Berchiche mostrou-se compreensivo com os torcedores. "O que penso é claro. A torcida paga um ingresso caro e tem o direito de se posicionar como quiser. Claro que não estamos felizes por isso, e o ideal é o cenário de paz com os dois. Mas isso é questão de tempo. Os dois jogadores são importantes para nós. Isso que importa no momento."
Em relação ao fato de Neymar não ter saudado os torcedores após o fim da partida, Meunier minimizou o gesto do astro.
"Ele estava sorridente, mas é alguém que teve uma atitude impulsiva e sentiu rancor no momento. São coisas que acontecem. E por outro lado, ele tem razão. Neymar fez muito pela equipe hoje é os torcedores vaiaram. Ele não assimilou tão bem. A maioria dos jogadores teria a mesma reação", disse.
O brasileiro foi vaiado por ter batido o pênalti que deu ao PSG o seu oitavo gol na partida. Cavani, que sofreu a infração dentro da área, teve o nome gritado pela torcida organizada do PSG para fazer a cobrança.
Caso fizesse o gol, o uruguaio se tornaria o maior artilheiro da história do clube parisiense de forma isolada.
Autor do terceiro gol da noite, Cavani entrou para a história do PSG com a cabeçada no contrapé de Reynet. O centroavante uruguaio anotou seu 156º gol com a camisa do time parisiense e igualou Zlatan Ibrahimovic no topo da lista de artilheiros do clube.
Cavani atingiu a marca em sua 226ª partida, enquanto o sueco chegou a tal número em 180 jogos.
Neymar mostrou irritação depois do jogo, mesmo após ser eleito o melhor jogador da partida. O camisa 10 foi o único atleta da equipe francesa que não participou da clássica comemoração de agradecimento aos torcedores. Foi a primeira vez que astro brasileiro foi direto para o vestiário.

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