Economia

Entenda como a inflação interfere no cotidiano e conheça o setor que vem desafiando a crise

reprodução da Internet | Pixabay

Em tempos de crises é sempre bom estar atento aos sinais da economia e conhecer – ainda que um pouquinho – como a inflação interfere no cotidiano de todos nós, brasileiros, é o objetivo deste texto.

De acordo com recente matéria publicada no site da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), a inflação pode ser comparada como uma espécie de funcionamento de um imposto sobre a posse da moeda, ou seja, o poder de compra vai diminuir sempre que a inflação aumentar.

A inflação prejudica principalmente àqueles com menor poder aquisitivo, pois com o aumento do custo de vida ocasionado pelo alta de preços, há uma redução natural do consumo de bens e serviços.

O ex-diretor de Política Econômica do Banco Central, Altamir Lopes, explicou para o site da ABAC, que a inflação desorganiza o sistema econômico, dificulta o planejamento empresarial, levando à inibição do investimento e, consequentemente, à redução do crescimento, à diminuição da renda e ao aumento do desemprego.

“O desgaste do poder de compra pelo fenômeno inflacionário mede a dimensão do que se convencionou chamar de imposto inflacionário, que é o ganho obtido pelo governo ao emitir mais dinheiro para financiar seus gastos. O aumento no volume de moeda em circulação pressiona a inflação, e os efeitos são mais perceptíveis pelos mais pobres, que retiram a receita apenas de salário”, explica Lopes.

CONSÓRCIO BATE RECORDE DE ADESÕES NO ANO

O balanço divulgado pela ABAC registrou a marca histórica de 1,88 milhão de novas cotas adquiridas de janeiro a agosto deste ano, um volume 15% maior se comparado ao mesmo período de 2018, um recorde para oito meses. O setor vem desafiando a crise e tem demonstrado fôlego para seguir crescendo.

Nesse período o crédito concedido somou R$ 26,6 bilhões, ou seja, 2,9% superior aos R$ 26,8 bilhões apurados um ano antes. De janeiro a agosto aconteceram 806 mil contemplações. Um aumento de 1,7% em relação aos oito primeiros meses de 2018.

O gerente administrativo do Valor Consórcios, Vinícius Basile, comemorou os números expressivos e apontou o consórcio como uma alternativa para ajudar a driblar a inflação.

“Cada vez mais o setor de consórcios demonstra sua força e ratifica a confiança dos brasileiros nesse tipo de investimento. Há consorciados que adquirem cotas, apostando no consórcio como uma espécie de poupança, uma forma de prevenção contra a inflação. É ainda uma alternativa segura para quem não tem todo o dinheiro disponível, e deseja adquirir motos, carros, caminhões e imóveis”, completa Basile. 

Outras informações mais sobre consórcios podem ser obtidas através do site e das redes sociais da empresa Valor Consórcios, ou pelos seguintes contatos: (22) 3811-0600 / 3824-6060 / 99794-0847 WhatsApp.

NORMAS DO BANCO CENTRAL - Antes de adquirir um consórcio, verifique se a administradora trabalha segundo as normas do Banco Central. Na dúvida, consulte um especialista! É sempre muito importante checar essas informações, antes de efetuar o negócio.

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