Mães de Aluguel

A força de atração na encarnação, que apresenta um papel preponderante na geração das chamadas “ovelhas negras” (http://bit.ly/2dvnJHk), explica também as aparentes incongruências no comportamento de tantas mães de aluguel. Essas mulheres oferecem gestação para um casal impossibilitado de ter filhos por meio da locação de seus úteros. O óvulo da mulher que não pode engravidar é fertilizado in vitro com o espermatozoide do companheiro e posteriormente implantado na mãe de aluguel. Atualmente utiliza-se um eufemismo mais palatável para esse ato: “barriga solidária”.

Para todos os efeitos, a criança gerada dessa maneira seria realmente filha do casal contratante, já que a carga genética dela provém de ambos. Mas apenas o corpo, o invólucro da alma, é formado segundo os padrões genéticos do casal. O espírito que vai encarnar-se ali é atraído infalivelmente pela própria mãe de aluguel, sendo, portanto, filho dela efetivamente. Pode tratar-se, por exemplo, de um ser humano ligado por vários fios cármicos àquela mãe de aluguel, sejam bons ou ruins, tecidos em vidas anteriores. Por isso, em muitos casos, a mãe de aluguel se desespera quando se vê obrigada a entregar seu filho – que está efetivamente ligado a ela – a uma estranha, que geralmente não contribuiu em nada no processo de atração da alma que se encarnou.

O contrato terreno, frio, analisado rigorosamente pelo intelecto restrito, atesta que o filho é do casal, enquanto que a mulher que deu à luz sente perfeitamente que o filho é seu, pois sua intuição em relação a essa certeza é muito mais forte do que qualquer argumento legal ou consideração racional.

Assim como nesse caso, muitos outros enigmas da atualidade, tidos como indecifráveis, encontram uma explicação simples e lógica quando se conhece os efeitos das leis da Criação. Uma dessas leis, a Lei do Movimento (http://on.fb.me/1aBScOn), exige que cada qual se movimente espiritualmente por si, em busca do reconhecimento da atuação dessas mesmas leis. Quem se movimentar realmente, este chegará ao reconhecimento dessas leis que regem a Natureza. Nem é possível diferentemente. Mas somente quem procura, encontrará.

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Este post em áudio: bit.ly/2L7ar4b.

Roberto C. P. Junior

(bit.ly/rcpjunior)

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