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Manejo de verão foi tema de reunião com piscicultores

Copacol

As oscilações nas temperaturas são fatores de riscos para a produção de tilápias. É nesta época que os produtores precisam redobrar a atenção e os cuidados diários na atividade. Neste sentido, para auxiliar os piscicultores nas fases de produção, principalmente no verão, é que a Copacol oferece encontros e palestras de orientação quanto aos principais manejos da atividade.

Na sexta-feira, 8, mais 160 produtores integrados participaram das reuniões da piscicultura, realizadas em Nova Aurora e Cafelândia, e que tinham como temas o ‘Manejo de Verão: ‘Streptococcus: Como identificar e o que fazer’ e a ‘Manutenção preventiva de geradores’, dois principais assuntos que interferem nos resultados da atividade, como destaca a supervisora técnica da piscicultura da Copacol, Juliana Alice Lösch.

“O clima é um fator que interfere em todas as atividades de produção e na piscicultura não é diferente. Estamos em constante mudanças que exigem mais atenção por parte do produtor para evitar prejuízos. Além disso, os cuidados diários com os equipamentos são fundamentais para evitar sinistros na atividade” afirma Juliana.

Para o produtor de Corbélia, Emir Paulo Schneider, as reuniões são importantes para que os piscicultores aprendam novos manejos e outros assuntos da atividade.

“A gente não sabe tudo e por isso precisamos aprender cada vez mais. São eventos como estes que agregamos informação para aplicar no dia a dia da atividade e assim termos melhores resultados. Além disso, nós sabemos que os cuidados são importantes em todas as épocas do ano”, destaca Emir.

O médico veterinário e professor da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), Carlos Augusto Gomes Leal, apresentou os principais fatores que contribuem e podem ocasionar prejuízos para o produtor e a Cooperativa, orientando os participantes sobre os manejos corretos.

“Precisamos falar sobre os desafios da atividade em que os produtores enfrentam e terão que superar ainda. As questões sanitárias precisam ser discutidas em todas as épocas do ano para que os produtores possam se prevenir e assim minimizar os índices de mortalidades e ter menos prejuízo”, afirma.

Além disso, o professor destacou ainda o crescimento desta atividade no mercado. “O futuro da piscicultura é muito promissor porque nós temos uma demanda aumentada de proteína de maior qualidade e o Brasil está caminhando positivamente para ser um dos maiores players deste mercado, dentro e fora do país”, garante Carlos Augusto.

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