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Novozymes se compromete, na Cúpula do Clima, no combate ao aquecimento global

Durante a Semana do Clima, na reunião da Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York, o presidente e CEO da Novozymes diz que a empresa está comprometida a limitar o aumento do aquecimento global a 1,5 graus celsius.

O presidente e CEO da Novozymes, Peder Holk Nielsen, revelou (23/09) em um discurso na Cúpula de Ação Climática da ONU, que a Novozymes está entre as primeiras empresas do mundo a se comprometer a manter o aumento da temperatura devido às mudanças climáticas abaixo de 1,5 graus Celsius e tem esse compromisso validado pela iniciativa Science Based Targets (SBTi).

“O calor está ligado - literalmente. Para enfrentar as mudanças climáticas precisamos limitar o aumento do aquecimento global a 1,5 graus Celsius e a Novozymes está comprometida com isso, fornecendo ao mundo soluções biológicas de baixo carbono e, ao mesmo tempo, reduzindo nossas próprias emissões”, diz Peder Holk Nielsen. “O secretário-geral Guterres pediu às empresas que apresentassem planos - não apenas discursos; este é um dos primeiros compromissos validados e baseados na ciência - apoiados por um plano de ação robusto”.

Há muitos anos, a Novozymes tem introduzido iniciativas para reduzir as emissões na maior instalação de fabricação de enzimas do mundo, localizada em Kalundborg, na Dinamarca. Mais recentemente, o parceiro da Novozymes, Ørsted, inaugurou uma usina de biogás, que utiliza resíduos de biomassa da produção da Novozymes para gerar energia - com a promessa de reduzir as emissões anuais de carbono em cerca de 17.000 toneladas.

O impacto da Novozymes vai além de sua produção e a empresa deve contabilizar as emissões que ocorrem fora de seus limites. Como parte do compromisso de 1,5 graus Celsius, a Novozymes monitorará as emissões em toda a cadeia de valor e trabalhará com seus fornecedores para reduzir as emissões das matérias-primas que compra.

“Não se trata da Novozymes e de apenas uma empresa; queremos inspirar outras pessoas em nossa cadeia de valor a seguir o exemplo - e a transparência é fundamental”, diz Peder Holk Nielsen. “Fomos uma das primeiras empresas a documentar as pegadas de carbono de nossos produtos e demonstrar como as soluções biológicas podem permitir que clientes de vários setores e regiões geográficas reduzam as emissões - e é aí que continuaremos focando, possibilitando melhores negócios com a biologia”.

Usando a biologia para reduzir as emissões no transporte

O transporte é responsável por cerca de 25% do total das emissões globais de CO2 relacionadas à energia - e para limitar o aumento do aquecimento global a 1,5 graus celsius, o setor de transportes também precisará reduzir as emissões em um ritmo acelerado. Isso exigirá uma variedade de soluções, incluindo combustíveis de baixo carbono. A Novozymes estabeleceu uma meta para ajudar o setor de transportes a economizar 60 milhões de toneladas de emissões de CO2 até 2022, permitindo a produção de combustíveis de base biológica e de baixo carbono.

“Tenho orgulho de liderar uma organização que busca avançar na agenda global de sustentabilidade - e espero inspirar outras pessoas a seguir o exemplo. Menos discursos - e mais ação!”, finalizou Peder Holk Nielsen.

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