Comportamento

População do Oeste se mobiliza contra demarcação de terras indígenas

Assessoria do deputado

Respeito à propriedade privada e à força produtiva do Oeste do estado do Paraná, assim pode ser representada a grande mobilização popular que tomou as ruas de Guaíra na tarde desta quarta-feira (06/12) para protestar contra o processo de demarcação de terras indígenas. O deputado estadual Elio Rusch, que representa o Oeste e defende as bandeiras da agricultura, desenvolvimento e propriedade privada, se pronunciou na tribuna da Assembleia Legislativa defendendo a causa dos agricultores, associações, sindicatos e sociedade organizada de Guaíra e Terra Roxa.

A manifestação dos agricultores e entidades da classe ganharam o apoio de empresários e comunidade, a população fechou o comércio local e a passeata/carreata tomou as avenidas de Guaíra.

“Entendo que o índio deve ser respeitando como índio, mas não podemos concordar que áreas sejam invadidas. O Direito legítimo e sagrado é o direito a propriedade”, enfatizou o deputado Rusch ao defender a manifestação pacífica e democrática dos munícipes de Guaíra e Terra Roxa.

Uma equipe técnica da Funai (Fundação Nacional do Índio) percorreu os municípios de Guaíra e Terra Roxa para fazer um Estudo de Identificação e Delimitação, contudo o relatório final será realizado em Brasília. A delimitação das terras dos municípios do Oeste foi autorizada em 2009 pela Presidência da República em um processo que poderia afetar 30% da área agricultável na região dos rios Paraná, Taquari e Iguaçu. Contudo, recentemente a Frente Parlamentar da Agricultura conseguiu a aprovação da PEC 215 que transfere do governo federal para o Congresso Nacional a competência para as demarcações.

Também foi explicado pelo deputado que as terras onde a agricultura e ...

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... a pecuária são a grande força econômica foram adquiridas pela colonizadora por meio de títulos conferidos pelo governo federal.

“Terras compradas e adquiridas, mas que agora foram invadidas por índios. E a nossa preocupação é com a invasão de índios que vêm do Paraguai e do Mato Grosso”, complementou Rusch, que também revelou informações sobre famílias que adquiriram as terras há mais de 80 anos.

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