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Príncipe saudita foi o comprador do quadro mais caro da história

Arquivo Wikipedia

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O príncipe Bader bin Abdullah bin Mohammed bin Farhan al-Saud é o misterioso comprador da "Salvator Mundi", a obra de arte mais cara já vendida na história, revelou o "New York Times".
A tela de Leonardo Da Vinci retratando Cristo com uma esfera de cristal na mão foi adquirida pelo príncipe saudita por US$ 450,3 milhões, em leilão em Nova York no dia 15 de novembro.
Sem um histórico de colecionador de arte, o príncipe Farhan al-Saud surpreendeu até os especialistas da Christie's, a casa de leilões que negociou o "Salvator Mundi", que tinham dúvidas sobre o interessado mesmo após o depósito de US$ 100 milhões para se qualificar para o leilão.
O preço pago pela obra de Da Vinci é mais do que o dobro dos US$ 179,4 milhões desembolsados por uma tela de Picasso em 2015 e que era a mais valiosa já arrematada em venda pública.
O príncipe não se pronunciou, mas segundo o "New York Times", o destino da obra deve ser o museu do Louvre de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, aberto em novembro.
OBRA DE DA VINCI?
O "Salvator Mundi" tem a autoria contestada. Muitos especialistas atribuem o quadro não a Leonardo Da Vinci, mas a um de seus discípulos.
A obra fez parte da coleção de três reis ingleses, entre eles Charles 1º, e foi leiloado pelo filho do duque de Buckingham no século 18.
A tela passou um tempo sumida e ressurgiu no século 20 no acervo de um colecionador britânico, que dizia se tratar de ...

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... obra de um discípulo. Ela foi vendida em 1958, em péssimo estado de conservação, por menos de US$ 10 mil.
Seu dono antes do leilão era o russo Dmitry Rybolovlev, que pagou US$ 127,5 milhões por ela em 2013.

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