Cultura & Entretenimento

Uma cidade que produz masterpiace

A arte é uma linguagem universal, assim como a música e apreciar uma pintura é sempre uma experiência edificante, mesmo que para os leigos, o entendimento dela não seja tão simples. Vale mais pela sua estética, que é umas das grandes razões do artista expor sua obra. Independente da composição, movimento, unidade e equilíbrio, da cor, contraste e do clima, vale a pena investir algumas horas para admirar uma obra de arte, seja na pintura ou na escultura. E foi pela admiração que nossa reportagem voltou a conversar com a artista plástica, Patrícia Skura, (31). A evolução no seu estilo de pintura foi tamanho que ela já participa de concursos internacionais e passou a ministrar aulas em seu atelier, em Cafelândia.

O jornal Integração realizou uma reportagem logo no início de sua carreira e depois de ver uma exposição da artista na cidade, no ano passado, retomou o contato para conhecer a sua nova fase. Tamanha surpresa foi ver uma diversidade de obras em pintura de telas, esculturas e sua paixão pelas artes em transmitir o conhecimento em aulas práticas.

Para se tornar uma profissional das artes, Patrícia fez percorreu um longo caminho. Antes chegou a fazer contabilidade e uma especialização em processos gerenciais. Depois montou uma revistaria com o marido, Cesar. Nessa época ela apenas fazia desenho artístico a lápis, isso lá em 2011. Pegou gosto pela arte e passou a fazer vários cursos fora de Cafelândia e até mesmo pela internet. Em 2015 iniciou o curso de Artes Visuais na Unopar e se formou no ano passado. Já há algum tempo vem se dedicando na pintura, ilustração e escultura, produzindo várias telas a óleo e esculturas.

Recentemente, Patrícia esteve participando do Concurso no Vale do Maipu na Argentina, região dos vinhos e ganhou uma menção honrosa pela sua tela, produzida no local do concurso em três dias., reproduzindo a paisagem local da Instância da vinícola. Entusiasmada com sua performance e o prêmio, a artista já prepara novas telas para participar de concursos e exposições  em São Paulo, Itália e Japão.

Além de sua produção artística mensal, Patrícia mantém em seu atelier, cerca de 40 alunos e conta com o auxílio de duas pessoas para ministrar as aulas, tanto para crianças quanto para adultos. O atendimento é feito em três dias da semana: todas as terças, quartas e quintas.

Ela conta que tudo começou ainda na infância quando via a mãe pintar pano de prato, quando ainda moravam no Mato Grosso. A paixão só foi crescendo e hoje, ela pode se considerar uma artista completa. Tanto que passeia com suas telas em diferentes estilos. Desde os clássicos até os impressionistas, da Belle Époque, como Claude Monet. As principais criações são feitas nas telas a óleo, pois nessa técnica um quadro leva até um mês para secar e isso garante vários momentos de criação, quando a artista pode rever seu trabalho e fazer retoques num determinado período. O resultado está nas imagens aqui, para ilustrar nosso comentário.

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