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Ausência da China pressiona preços da soja

Pixabay

A ausência da China no mercado da soja acabou pressionando os preços da oleaginosa no Brasil, segundo informações divulgadas pela T&F Consultoria Agroeconômica. Nesse cenário, as altas de 0,58% do dólar no Brasil, e de 0,07% da cotação da soja em Chicago, não contribuíram para a alta do grão nesta terça-feira. 

 

 

“Assim, os preços oferecidos pelos compradores sobre rodas nos portos do sul do Brasil ou seus equivalentes em outros estados, tiveram queda de 0,12% para a média de R$ 89,85/saca, contra R$ 89,74/saca, do dia útil anterior. Já no interior o preço subiu 0,14%, para R$ 84,19/saca, contra R$ 84,07 do dia anterior. No acumulado do mês os  preços  médios da  soja  apurados  pelo  Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) já subiram  2,83%  nos portos e 2,48% no interior”, indica. 

 

 

No entanto, existem rumores de que o país asiático tem sondado os preços da oleaginosa, tanto dessa safra quanto da outra. “O mercado intermediário de Paper de Paranaguá para fevereiro foi negociado a +47H, +48H e +50H, para abril, maio e junho a +32K. No porto chinês de Dalian o preço flat da soja-grão teve leve alta para US$ 467,56/t, contra 467,35/t no dia anterior; o pellets de soja subiu para US$ 425,60/t (425,40/t). O preço do óleo de soja, subiu para US$ 904,00/t (903,59/t)”, completa a informação. 

 

 

“Os prêmios da soja nos portos brasileiros tiveram alta de 2 cents para dezembro e para fevereiro, 5 cents para março, 1 cent para abril, 4 cents para maio, ficaram estáveis para junho e caíram 3 cens para julho.  Os prêmios da soja brasileira CIF portos da China ficaram estáveis para fevereiro, subiram 3  cents para março,  2 cents para abril, ficaram estáveis para maio, subiram 4 cents para junho e caíram 3 cents para julho”, conclui. 

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